A Influência da Lua na Gravidez e Minha Teoria Mui Maluca

sábado, 22 de abril de 2017

Não é de hoje que nossas avós nos contam que as fases da lua têm influência na hora do parto. Fazendo uma pesquisa rápida pela internet já fica claro que não existe nenhuma comprovação científica pra tal informação e eu mesma nunca me apeguei muito a isso pois a ideia de que a força da lua vale por 3 dias antes ou depois de sua mudança fica meio vaga. Cada lua dura uma semana, logo seria impossível fugir desse prazo e sempre estaríamos sob a influência da lua da vez, ou dos "restos" de sua força.

Outro dia lá estava eu conversando com minha mãe sobre essa questão da lua e que eu achava que o parto não iria passar do dia 18. Ela, então, perguntou se nesse dia teria alguma mudança de lua e lá fui eu conferir o calendário pra ver. Mas fazendo outras pesquisas sobre essa influência, lendo postagens e comentários sobre isso em blogs e sites de maternidade, li que basta conferir a lua da última menstruação e contar 10 luas iguais a partir desta última para saber quando a criança nasce. Mas como há casos em que os bebês adiantam ou até nascem depois da previsão, pra mim o assunto era bem contraditório.

Mas aí acabei encontrando algumas informações bem curiosas e resolvi fazer um "levantamento" das minhas outras gestações. Para a minha surpresa, seja coincidência ou não, fiquei bem bege com o resultado, pois fiz questão de olhar os calendários antigos e percebi que as crianças nasceram nas mesmas luas que foram concebidas, e olhem que todos os três adiantaram nascendo de 37 ou 38 semanas de gravidez. Espiem:

Marina
DUM: 25/07/2001 - Entre Lua Nova e Lua Crescente
DPP: 01/05/2002 - Entre Lua Cheia e Lua Minguante
Mudança de Lua: 12/04/2002 - Lua Nova
Nascimento: 13/04/2002 - Nasceu entre a Lua Nova e a Crescente

Vitória
DUM: 04/04/2010 - Entre Lua Cheia e Lua Minguante
DPP: 09/01/2011 - Entre Lua Nova e Lua Crescente
Mudanças de Lua: 21/12/2010 - Lua Cheia | 28/12/10 - Lua Minguante
Nascimento: 25/12/2010 - Nasceu entre a Lua Cheia e a Minguante

Theo
DUM: 01/08/2013 - Entre Lua Minguante e Lua Nova
DPP: 08/05/2014 - Entre Lua Nova e Crescente
Mudança de Lua: 29/04/2014 - Lua Nova
Nascimento: 29/04/2014

Levando esses dados (que confesso terem até me assustado um pouco) em consideração, em que eles nasceram na mesma fase das mudanças de lua que foram concebidos, lá fui eu bolar teorias mui malucas pro nascimento do Ian...

De acordo com a minha última menstruação, ele está previsto pra nascer dia 24/05/2017, mas levando a lua em consideração, cheguei nesses dados:

Ian
DUM: 17/08/2016 - Entre Lua Crescente e Lua Cheia
DPP: 24/05/2017 - Entre Lua Minguante e Lua Nova
Mudanças de Lua em Maio/17: Lua Crescente: 02/05/2017 | Lua Cheia: 10/05/2017 | Lua Minguante: 18/05/2017 | Lua Nova: 25/05/2017
Nascimento: ???

Se ele nascer na data que eu esperava inicialmente, até dia 18, a lua não seria a mesma da concepção, como aconteceu nas outras gestações e partos que tive. Logo, pra ele nascer entre as luas da concepção, ele adiantaria e teria que nascer do dia 02/05 ao dia 10/05, entre a Lua Crescente e Lua Cheia.
Não é impossível, mas acho muito pouco provável que ele nasça entre essas luas em Junho, mesmo que sejam no início do mês (entre 01 e 09/06), pois ele passaria da data prevista e isso não é algo que costuma acontecer na família, comigo principalmente, levando meu histórico em consideração, que nunca cheguei na 39ª semana.
E o mais engraçado é que eu andava falando aqui em casa que a partir das 37 semanas o neném já não é considerado prematuro mais, então a partir daí pode nascer a qualquer momento. E eu completo 37 semanas bem no dia 02/05, bem quando entra a Lua Crescente...
Coincidência? Besteira da minha cabeça? Bruxaria? rsrsrsrs
Independente do que seja, já comecei a me preparar psicologicamente caso ele adiante mesmo. E nascendo até dia 10, não vou mais achar que esse lance de mudança de lua e sua influência seja mera coincidência ou lenda das nossas avós...


Outras curiosidades:

Qual a influência da LUA NOVA no parto?
Segundo relatos de doulas, enfermeiras e especialistas que realmente acreditam na influência das mudanças da lua. Na lua nova os partos costumam ser mais rápidos, tranquilos e com expulsões mais naturais possíveis.

Qual a influência da LUA CHEIA no parto?
Na lua cheia, o número de partos inesperados e de emergência são maiores ocasionando maior número de prematuros nessa fase. Pela falta de preparo do colo uterino normalmente são partos mais difíceis e demorados.

Qual a influência da LUA MINGUANTE no parto?
É considerada a fase que as mulheres entram menos em trabalho de parto. Quando ocorre, são mais demorados, difíceis e quase sempre resultam em cesáreas pela demora na dilatação ou até mesmo a saída da placenta.

Qual a influência da LUA CRESCENTE no parto?
É a fase dos partos esperados, tranquilos e que fluem de forma esperada e natural. Maioria das gestantes que se apegam as mudanças da lua esperam ganhar seus bebês nessa fase da lua.
- Fonte: Trocando Fraldas


Gravidez - Semanas x Meses

quinta-feira, 23 de março de 2017


Quem não fica boiando quando alguém pergunta de quantos meses a grávida está e ela responde "31 semanas"?

O que acontece é que os obstetras fazem a contagem através das semanas pois o desenvolvimento do bebê tem marcos significativos de acordo com a semana da gestação, e dentro de um mês vááárias coisas acontecem. O problema maior é que muita gente se confunde, principalmente quando consideram que 1 mês corresponde a 4 semanas. Se formos contar assim, a gravidez terá 10 meses visto que a duração é de em média 40 semanas (essa contagem é chamada de "lunar").

Outra coisa que confude muito é a contagem ser feita através da data da última menstruação (DUM) em vez da data da concepção, pois é quase impossível saber a data exata, mesmo que o casal tenha tido uma única relação durante o mês (o que foi meu caso) visto que o ciclo pode sofrer alterações, a ovulação pode ter ocorrido antes ou depois da data esperada, os espermatozóides ainda duram uns dias após a relação, então a melhor forma de fazer essa contagem é pela data da última menstruação. E caso a mulher não se lembre, um ultrassom é capaz de prever as semanas já que o feto geralmente tem o mesmo tamanho até a metade da gravidez mais ou menos, e a partir de então começa a se desenvolver no próximo ritmo de acordo com a genética. Claro que a mulher não está grávida no primeiro dia da menstruação, o que dá essa diferença de duas semanas, podendo fazer a gravidez ir até a 42ª semana mesmo que na 37ª o bebê já não seja considerado mais prematuro.

Mas vamos ao que importa.
Como 4 semanas são 28 dias, e 1 mês são 30 dias, eu faço as contas dessa forma (e ainda sem considerar os meses com 31 dias, o que faz com que os 9 meses não fechem na 40ª semana, mas sim na 39ª, senão fico louca):
4 semanas e 2 dias = 1 mês
8 semanas e 4 dias = 2 meses
13 semanas = 3 meses
17 semanas e 2 dias = 4 meses
21 semanas e 5 dias = 5 meses
26 = 6 meses
30 semanas e 2 dias = 7 meses
34 semanas e 5 dias = 8 meses
39 semanas = 9 meses
Hoje tenho 31 semanas e 2 dias, o que signfica que estou no começo do 8º mês (pois 8 meses completos são 34+5).

Caderneta de Gestação

quinta-feira, 9 de março de 2017

Quando começamos nosso pré natal já recebemos o cartão de gestante pra acompanhamento da gravidez. Acredito que cada cidade possua seu próprio modelo se eu levar a minha em consideraçao, pois nela, pelo menos, há informações sobre as regionais de Belo Horizonte indicando pra qual maternidade a mãe deve ir quando chegar a hora do parto.

Pesquisando na internet, achei um modelo digital com várias informações úteis, além de ter todos os campos que devem ser preenchidos durante a consulta pro acompanhamento da gravidez.

Então, caso alguém tenha interesse nessa, não goste do seu modelo atual ou não tenha o cartão, basta clicar na imagem abaixo e ser direcionada ao site pra fazer o download em pdf. Pra imprimir basta levar o arquivo salvo num pendrive (ou até no celular) numa gráfica ou papelaria.


29 semanas + Nome + Ultrassom!

terça-feira, 7 de março de 2017

29 semanas! Já estamos no terceiro trimestre (que engloba as semanas 28 a 40) e agora falta pouco!


 O que estou sentindo:

Tive consulta de pré natal dia 01/03, e descobri que tinha emagrecido 1kg voltando pros 86kg. A enfermeira disse que não é mal sinal eu manter o peso, engordando ou emagrecendo pouco, já que estou acima do peso, e a ideia de engordar só o peso do neném é mais do que aceitável no meu caso.
Não ando me alimentando muito bem e nem sinto muita fome, só sinto muito cansaço, dificuldade pra achar uma posição pra dormir, levantar ou agachar. E por incrível que pareça, só porque tá um suplício agachar eu deixo tudo cair no chão. Parece um troço.
Nesse carnaval eu e o marido inventamos de pintar a casa e a cada agachada que dava pra retocar os rodapés a sensação era de que a perereca ia cair no chão, porque a barriga tá bem pesadinha...

 A escolha do nome:

Depois de muito suplício e indecisão resolvemos que o babyboy vai se chamar IAN.
Ian: Significa "Deus é gracioso", "presente de Deus", "graça de Deus" ou mesmo "Deus perdoa". Ian é uma variação escocesa do nome João, que vem do hebraico Iohanan ou Yehokhanan, derivado de Yah “Javé", "Jeová", "Deus” e hannah “graça”.

O ultrassom:

Hoje fiz um US obstétrico comum. Ele mexe muito mas a maioria dos chutes são nas laterais na pança e isso me fez acreditar que ele estava deitado e atravessado na barriga em vez de estar sentado ou de cabeça pra baixo. E minha preocupação com relação a posição é que ele fique em uma que não permita o parto normal, ou que ele vá crescendo e não consiga mais virar, então lá fui eu...



Ian tá pesando 1.350gr, medindo cerca de 38cm. Ele tá ótimo e já tá de cabeça pra baixo. Foi um suplício conseguir pegar o rostinho dele, pois além de estar de costas, ainda tava com a cara enfiada no colo do útero. Pra conseguir ver, e muito mal, o médico apertou o aparelhinho praticamente em cima dos pentelhos da bicha. E na hora do exame ele deu cada chute que até o médico ficou abismado ahahahaha!
E esses chutes que estão ficando cada vez mais fortes chegam a me incomodar e alguns até doem um pouco.

Mas enfim... vou aproveitar enquanto ainda consigo fazer uma coisa ou outra sem morrer e tentar visitar a Feira de Gestante e Bebê que tá acontecendo aqui em BH (de 07/03 até 12/03). Ainda não comprei nada de enxoval, só peguei algumas coisas que já eram do Theo e que minha vó tinha passado pra minha prima que teve neném ano passado, e outras roupinhas que ela me passou que foram do filho dela. Mas ainda falta algumas coisas importantes, de roupinhas e de higiene, fora as benditas fraldas né... Cobertinha e roupa de cama em geral nem vou precisar muito, só uma toalha de banho e umas fraldas de pano que é sempre bom ter. Depois faço um post sobre enxoval mostrando as coisas mais úteis.
Ainda preciso fazer exame de glicemia ou glicose, esqueci (aquele de tomar aquele líquido doce e terrível) lá no Sofia Feldman, e o de toxoplasmose no posto de saúde. Vou tentar fazer essa semana ainda pra já ficar livre.

No mais, tá tudo ótimo com a criança e isso que importa.

Cadernetas de Vacinação

segunda-feira, 6 de março de 2017

Não sei o que diabos anda acontecendo aqui em Belo Horizonte, e nem sei se o caso é só aqui ou se se extende em outras cidades ou estados, mas aquela caderneta de vacinação, que é obrigação do Ministério da Saúde distribuir pelas maternidades e postos de saúde do SUS afora, simplesmente está em falta. Tem muita gente se aproveitando disso pra ganhar uma graninha, inclusive gente que conseguiu pegar mais cadernetas do que devia.
Acho que uma coisa é a pessoa imprimir a caderneta e vender a bendita personalizada pra ficar do agrado da mãe, mas alguém vender o que pegou de graça nos poucos postos de saúde que ainda tinham, mesmo sabendo que tá em falta? Gente?! Qual o problema desse povo?
E tem gente que ainda reclama dos políticos desse país? Vão a merda, né...

Desde que oTheo nasceu eu já vinha percebendo que a caderneta estava em falta. A dele inclusive é uma super antiga e desatualizada que me deram na maternidade. Ela tem poucas informações e nem vem com o gráfico de altura e peso da criança. Minha mãe até tirou xerox do cartão da Vivi e mandou adaptar a caderneta dele pra ficar mais completa.

Pensando nisso, dei uma pesquisada na internet afora e encontrei as cadernetas pra impressão.
Então, pra quem tiver dificuldade de encontrar e precise imprimir, é só salvar como pdf e levar numa papelaria ou gráfica.

Basta clicar na imagem do modelo desejado pra ser direcionada ao arquivo:


 

27 Semanas

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

27 semanas é o final do segundo trimestre. Já estamos quase chegando na reta final :)
Agora faltam cerca de 3 meses pro BabyBoy chegar!


 O que estou sentindo:

Engordei 1kg desde a última vez que pesei e cheguei nos 87kg gordos. Sei que até o fim devo engordar um pouco mais, mas vou ter que fazer um esforço pra não passar dos 90.
O peso deixa tudo mais difícil... Agachar, levantar e até andar poucos passos me deixa um caco.
A barriga também parece ter estufado da noite pro dia e já não consigo enxergar as coisas lá em baixo mais. Me depilar virou uma missão quase impossível e daqui pra frente isso tende a piorar.
Quando deito sinto muita cãimbra na perna esquerda e isso me incomoda demais. Tento balançar a perna, esticar, mas nada ajuda.
Sinto cada vez menos fome e mais sede, mas morro de preguiça de levantar pra ir buscar água.
Tive alguns desejos nada a ver, tipo comer comida japonesa, mingau de milho verde com canela e tomar suco de maracujá, e, quando animo, eu saio pra comprar ou faço em casa mesmo.

O bebê essa semana:

Nessa fase o baby mede cerca de 37cm e pesa por volta de 1kg! O útero já está uns 7cm acima do umbigo e isso deixa a barriguinha bem visível e estufada. O desenvolvimento do bebê está praticamente completo, agora ele apenas precisa amadurecer e ganhar peso para poder nascer gordinho e saudável.
Ele já abre e fecha os olhos, dorme e acorda em intervalos regulares, pode chupar o dedo, soluçar e se mexe bastante podendo causar até alguns incômodos na mãe.

A escolha do nome - Que tarefa difícil, Lord

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017


Uma vez, ouvi que todas as crianças, desde a concepção, já são chamadas por Deus pelo nome, e que em determinado momento da gravidez, mãe e pai "descobrem" - e não escolhem - esse nome.
Obviamente o gosto (seja bom ou mau) dos pais tem grande contribuição nisso aí, afinal, acho difícil que Deus, com toda sua bondade e sabedoria infinita, ache "normal" uma criança ser chamada de Xinfronildo ou Brucefields, ou ainda permitir tantas variações mirabolantes de escrita de um único nome a ponto de deixá-lo ilegível... Acho válido pedir uma luz divina pra encontrar um nome bonito e que agrade, mas não acredito que Deus "já escolheu" desde os primórdios, quando até notícia de um pai que registrou o filho de "Carimbo" nós vemos por aí...

Eu particularmente gosto dos clássicos: Nomes simples, que sejam fáceis de escrever e de falar.
Detesto nomes estrangeiros que tenham pronúcia diferente, já que a forma de falar não é a mesma de escrever, acho super cafona nomes que levam Y's, LL's, W's, NN's ou H's enfiados em qualquer síbila sem um propósito que não seja torná-lo estrambólico, não curto nomes compostos (principalmente quando um nome não parece complementar o outro), nem junção de nomes pra ter um só, nem unissex e nem sou muito fã de nomes populares demais, por mais que ache bonitos. Não quero nada que possa constranger o pobre mais tarde, ou fazer com que a gente tenha que soletrar a todo momento pelo fato da pessoa não saber escrever ou pronunciar (e convenhamos, ninguém é obrigado).

É o caso de Miguel. Acho o nome lindo, simples e fácil de escrever, mas não seria um nome que eu escolheria nem a pau, pois é um nome que lidera o rancking de nomes populares desde 2011. A única coisa que consigo pensar é que a criança não seria a única na escola, no prédio que mora ou onde fosse. Ela vai sempre se deparar com mais um bocado de meninos que compartilham daquele mesmo nome e isso, pelo menos pra mim, é bem desanimador. Não julgo quem tenha escolhido esse nome pelo motivo que for, seja considerando gosto, popularidade ou qualquer coisa do tipo, mas eu não escolheria justamente pra fugir da mesmice. É o mesmo caso com o nome Alice. Acho lindo, mas não escolheria por já ter zilhões de Alices por aí.

Pra mim, quanto mais simples for a forma de se escrever um nome, mais bonito e elegante ele é, e a partir disso, fiz uma listinha de nomes que eu consideraria colocar no BabyBoy.
- Alexandre
- Angelo
- Caio
- Caíque
- Daniel
- Fabrício
- Felipe
- Hugo
- Ian
- Iago
- Leandro
- Moisés
- Rodrigo
- Tadeu
- Tiago
- Vinicius
Tem outros nomes que gosto, como Gustavo ou Pedro, mas como já conheço ou tenho contato direto com outras mamães que colocaram esses nomes em seus filhotes, sinto que estou tirando a "exclusividade" delas e é uma coisa que me incomoda a ponto de eu simplesmente abrir mão e não colocá-los na listinha. Se eu não conhecesse, tudo bem, mas como conheço, eu evito, e só escolheria em último caso...
Também tenho preferência por um nome que comece com consoante e termine com vogal. Usando esse critério eu teria que descartar alguns da lista, mas como o neném já vai ser diferentão por nascer em ano e mês ímpar, diferente dos outros, talvez seja um sinal pra reconsiderar rsrsrsrsrs... Eu sei que parece besteira, mas "sair do padrão" me deixa agoniada. Até então queria um nome simples pra poder combinar com os outros que também são simples.

O problema maior é que o marido gosta de nomes diferentes, mesmo que tenham pronúncias tenebrosas, sejam estrangeiros e que, de preferência, venham de inspirações de DJ's famosos, como David, Mark, Noah, Tom, Thor, Morilo, Luigi e afins... Então, como não gosto de nada que ele sugere, não entramos num consenso nunca e tá sendo muuuito difícil encontrar um nome que agrade nós dois. E como se não bastasse, a família ainda fica dando pitacos, fazendo pressão, e isso me deixa super irritada porque eu nunca dei palpite na escolha do nome de filho de ninguém, oras.
Já pensei em escolher nomes de personagens de livros, filmes e até jogos que gostei, mas geralmente são nomes estrangeiros e já começo a descartar por causa da pronúncia... Luigi é um nome que gosto e cheguei a considerar, mesmo que o G tenha som de D, mas já comecei a achar que não combina com os outros e pronto... Nada definido...

Enfim... a lista tá pequena e vou incrementando a medida que for descobrindo nomes que eu realmente goste. Sei que mais cedo ou mais tarde o nome vai surgir e vou pensar "mas como não pensei nele antes?", mas não posso negar que fico com a sensação de que a saga do nome tá bem longe de acabar...

O peso que não ganhei

sábado, 11 de fevereiro de 2017


Na minha primeira gravidez, no auge dos 17 anos, eu pesava por volta dos 50kg. Eu estudava, jogava bola, fazia muita caminhada e não tinha nada de sedentária. No final de tudo cheguei a 63kg e me considerei uma bolota. Um ano depois que a Marina nasceu eu já tinha perdido todos os quilos que ganhei e mais um pouco. Cheguei a vestir calças de tamanho 34.

Quando engravidei da Vitória, eu tinha 26 anos, a rotina de trabalhar fora e de ser casada me fez ganhar uns kilitos, mas nada tão drástico assim. Eu pesava 60kg e, talvez por causa da depressão que tive, não engordei tanta coisa e cheguei nos 69kg. Depois que ela nasceu não demorei a perder alguns, e por algum tempo fiquei estacionada nos 62kg.

Com o Theo já foi mais complicado... Eu não tinha rotina de trabalhar fora, passava a maior parte do tempo sentada trabalhando em casa mesmo e acabei ficando desleixada, desanimada e não via mais motivos pra me cuidar... Eu já estava com 30 anos, já tinha passado dos 70kg, e ter engordado quase 20kg nessa gravidez, mesmo sem ter exagerado na comida já que nunca fui de comer muito, fez minha estima ir lá pro chão. Cheguei próximo dos 90kg, e pra quem tem míseros 1,60m de altura isso não é nada bom... Não tanto pela questão da aparência, mas o peso me deixava (e ainda deixa) cansada e sem coragem de fazer as coisas...
Depois que o Theo nasceu não consegui perder tudo o que ganhei... Cheguei numa época em que entrei na academia e consegui emagrecer alguns kilinhos e pesei 73kg, mas ter saído da academia não me ajudou muito, voltei com o maldito sedentarismo e passei dos 80kg outra vez...

Eis que aos 83kg descubro essa gravidez, e, ao pesar hoje, quase fechando o 6º mês, me deparo com exatos 86kg registrados na minha balança.
Sei que não é muito "normal" engordar só 3kg em 6 meses, geralmente o ideal é ganhar 1kg por mês pelo menos, mas considerando que já engravidei acima do peso, considero esses 3kg uma vitória, até mesmo porque as roupas continuam servindo normalmente, obrigada. \o/

Tem até calculadora na internet afora que faz uma média entre altura e peso antes de engravidar e o peso atual, e justamente por eu estar pesando mais, o pouco ganho de peso, nesse caso, não é um perigo. Pra quem quiser calcular o peso ideal, clique AQUI. Esse site inclusive tem várias calculadoras muito úteis pras barrigudinhas que ficam perdidas.

Preciso começar a fazer caminhada, não pra perder peso, mas pra fazer algum exercício que me tire de dentro de casa e não me faça ser essa criatura sedentária que virei, mas e a falta de ânimo? E a preguiça?

Enfim... Agora que já tô quase chegando no terceiro trimestre, que é quando o neném só ganha peso e cresce um pouco mais, espero ganhar mais uns 2 ou 3kg, pelo menos acho que sim se eu continuar desse jeito. E isso porque considero que o peso que vou ganhar é o dele. Quem sabe assim na hora que ele nascer seja mais fácil perder o que ganhei e, de quebra, poder, enfim, investir no meu projeto pra emagrecer, o "Desengorda e Desembaranga", que já tô enrolando faz anos pra começar?
Cooooragem...

25 Semanas

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Hoje completo 25 semanas de gestação!


 O que estou sentindo:

Muita dor nas costas;
Cansaço;
Sinto muito sono mas demoro muito pra dormir quando deito;
Dificuldade pra agachar;
Dificuldade pra encontrar uma posição boa pra dormir (eu deito de lado e espremo um pouco da barriga, porque gosto de dormir de barriga pra baixo, mas acho que essa posição incomoda a criança, que começa a mexer sem parar, e tenho que virar. Travesseiro entre as pernas ajuda um pouco, mas não resolve...);

 O bebê essa semana:

Com 25 semanas o bebê mede por volta de 32cm e pesa em média 700gr. Ele está do tamanho de um alho-poró!

A pele do bebê ainda é fina, enrugada e pálida, mas está ficando um pouco mais gordinha a cada dia, graças à nova gordura e músculo. Capilares minúsculos estão começando a se desenvolver abaixo da pele do seu pequeno, dando-lhe um tom rosado. (fonte)

SUS - Planejamento Familiar

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Hoje em dia tem quem acredite (e em alguns casos que até que não tiro a razão) que só engravida quem quer, afinal, são tantos meios de se proteger, tantos métodos contraceptivos a disposição de qualquer um de forma tão fácil, que não tem desculpa.
Ninguém considera que cada caso é um caso, e o meu, por exemplo, foi uma alteração no ciclo depois de um período conturbado e de muito, mas muito, estresse.

Aqui em casa a cama é compartilhada, as crianças dormem junto com a gente e fazer o negocinho no meio da noite é uma coisa quase impossível... É raridade, é uma vez no mês e olhe lá, mas do jeito que sou, isso é mais do que suficiente...

Eu usava um aplicativo no celular, o "Meu Calendário", e por ele eu sabia o dia que a menstruação ia vir, os dias férteis, o dia da ovulação, tudo bonitinho e fácil de entender. Sempre que eu e o marido tínhamos oportunidade de fazer aquilo, a primeira coisa que eu olhava era o calendário, se era dia perigoso ou não, e se fosse, ele ia ter que esperar pra não ter perigo. E quase depois de 2 anos usando esse aplicativo abençoado sem ter problema nenhum, ele "falhou", afinal, ele não prevê mudança de ciclo...

E, claro, isso resultou numa gravidez não planejada e, a princípio, indesejada. Quando descobri me recusei a acreditar, entrei em desespero e fiquei tentando entender como diabos isso foi acontecer. Me culpei por não ter feito uma laqueadura e ficar livre de uma vez por todas depois de já ter três filhos, culpei o Edi por não ter concordado em fazer uma vasectomia por puro machismo e ignorância, mas não tinha como descontar toda a minha frustração do neném que estava a caminho...

Quando foi pra eu ganhar o Theo, eu procurei saber se era possível ligar no parto, mas não foi. E depois que ele nasceu, com a rotina difícil e complicada de ter um neném pequeno, eu fui adiando e deu no que deu. Eu até que tentei fazer o Edi procurar a vasectomia antes, mas ele sempre ficava nervoso, brigava comigo, como se eu tivesse fazendo um pedido criminoso, como se eu tivesse pedindo pra ele cortar o pinto fora ou coisa do tipo... Nunca aceitou e nunca justificou o motivo de não querer fazer, e isso me deixava fula da vida.

Porém, com a ideia de um quarto filhote vindo aí, eu não desisti de tentar convencer a criatura. Pedia, conversava e explicava que a vasectomia é um procedimento muito mais simples do que a laqueadura e que ele devia se por no meu lugar antes de simplesmente ficar bravo e não querer conversar, mas foi a partir da consulta de pré-natal no Sofia é que ele parece ter considerado a ideia... A enfermeira deu uma dura nele e explicou como é, e a resposta dele foi "Tenho medo". Medo de que??? E medo de encher a cidade de filhos ele não tem?

Então, acordei cedo e arrastei o homem. Fomos na reunião de Planejamento Familiar no posto de saúde. A palestra é feita pelo ginecologista ogro dono da razão do posto, que mostra todos os métodos contraceptivos aos participantes para que eles pensem bem antes de fazer uma cirurgia definitiva. É uma forma de desencorajar o povo que não quer ter mais filhos a não entrar na faca pois depois não tem jeito mais de reverter. Na verdade tem, mas não é tão eficaz e nem garantido que tudo volte ao normal... Não tem jeito de fazer a laqueadura ou a vasectomia pelo SUS sem passar pelo Planejamento.
Tirando a parte onde o médico afirmava com todas as letras que os métodos são 100% seguros (o que todo mundo sabe que não é verdade), desde a camisinha até o DIU, ao chegar na parte das cirurgias, a palestra foi interessante.
Ele mostrou como são feitas as cirurgias, a diferença de uma pra outra e até que enfim o marido entendeu. Entendeu e assinou o pedido pra cirurgia!
Com o pedido assinado, é preciso esperar 2 meses, pois é um tempo de "segurança" pra pessoa pensar bem se é isso mesmo que quer e possa desistir.
Eu espero, do fundo do meu coração, que o Edi não dê uma de louco e desista. Torcendo aqui pra ligarem logo confirmando dia e horário da cirurgia pra ele ir e já ficarmos livres dessa peleja.
Claro que mesmo a vasectomia sendo um procedimento rápido, é preciso um tempo até que os espermatozóides que continuam no canal possam ser liberados, e a garantia mesmo de que não resta mais nenhum é um espermograma feito um tempo depois da cirurgia. Mas pra parar de encher a cidade, esse já é um grande começo...
Pensa bem... Pra quem nunca pensou em ter filhos já estar grávida do quarto é mais do que qualquer um pode esperar... Inclusive eu...

Pré-Natal no Sofia Feldman

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017


Dia 1º de Fevereiro dei início ao pré-natal direto na maternidade Sofia Feldman. Foi lá onde ganhei o Theo e, por ter gostado muito do atendimento que tive, fui procurar saber se era possível fazer o acompanhamento lá. Existe a área pra pré-natal pra gravidez de risco, e geralmente nesse caso os postos de saúde encaminham as gestantes, mas também tem a parte pra gravidez sem risco, então fiquei livre daquele posto ridículo.

O pré-natal é feito com uma enfermeira muito atenciosa que orienta, analisa resultados ou faz pedidos de exames, mede pressão, escuta o coraçãozinho do baby e mede a altura do útero, confere peso e tudo mais. Ela não deixa a desejar em nada se for comparar com o atendimento de um GO.

SUS - Pré-Natal

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017


Desde que o maridón foi mandado embora da empresa de merda onde trabalhava, estamos sem plano de saúde. Não fiquei desesperada pela falta do plano com a questão do parto em si, pois, mesmo se a gente ainda tivesse o plano, minha opção seria o Sofia Feldman de qualquer jeito pela boa experiência que tive lá. Meu único problema é fazer o pré-natal pelo posto de saúde, cheio de frescuragens, burocracia, horários terríveis e fila que não acaba nunca (e sem direito a preferência, já que quem chegou primeiro é atendido primeiro e pronto, não importa quem ou a condição). O do Theo foi feito praticamente todo no posto, e só no final da gravidez é que comecei a me consultar pelo plano depois de vários problemas que a empresa teve pra me incluir lá.

O que mais me incomoda é que o pré-natal não é feito com um médico só, ou com uma enfermeira só. Cada consulta é uma pessoa diferente que atende, e no caso do ginecologista/obstetra do posto, é a pior coisa dessa vida.

São dois GO's que tem lá... O primeiro é um completo ogro sem a menor educação, que se acha dono da razão, conversa com a gente como se fossemos ignorantes, e acha que faz favor pra alguém, daquele tipo que não sabe quem vai atender e nem se dá ao trabalho de ler o prontuário pra saber o que já foi registrado ou não. Entro no consultório e ele pergunta "qual o motivo da consulta?" Eu com o cartão de pré-natal na mão já não é óbvio? A vontade é de responder "Tava com saudade, vim te ver, colega!"

O segundo é um médico muito bom e seria uma glória se eu pudesse ser atendida por ele sempre que fosse lá, mas o problema é que ele é professor da UFMG, se não me engano, e o atendimento é feito por alunos... Alunos que acham que porque estão estudando medicina sabem tudo, e começam a fazer um interrogatório pra registrar tudo nos mínimos detalhes, usando de termos técnicos que só eles entendem. Depois de mais de uma hora de conversa, eles ainda precisam se reportar  ao professor, que alí mesmo na consulta corrige o que foi feito ou registrado errado, na minha frente, enquanto espero... Se é preciso fazer exame de toque, o médico faz, depois o aluno vem fazer também! Mas por estar nervoso, fica desconcertado e tenta enfiar o dedo num buraco que não devia... É constrangedor, é vergonhoso, e não tenho a menor obrigação de me sujeitar a isso.
Se a consulta tá marcada pra 10hrs da manhã, devido a essa lenga-lenga toda só vão chamar a gente quase 2hrs depois, e enquanto isso ficamos alí, com fome, desconfortável, impaciente... E quando enfim chamam, é mais de uma hora de consulta pra eles "aprenderem"...
Ok, acho que é preciso, sim, estudarem e aprenderem na prática, mas as pacientes deviam preencher um cadastro ou coisa do tipo para manifestar disponibilidade de serem cobaias, e não saíre fazendo com qualquer pessoa... Eu aqui, cheia de coisa pra fazer em casa e tendo que ficar 3, 4hrs presa no posto esperando consulta pra ser "estudada" por esse pessoal é de matar...

A enfermeira é boazinha, mas pelo menos a do posto não me passa segurança. É um excesso de preocupação que não faz nem sentido. Até sugerir que eu pudesse estar com pré-eclampsia com 16 semanas de gestação ela sugeriu devido ao meu cansaço, alteração do exame de urina que constou proteína, e pressão levemente alta, o que no dia foi um caso isolado já que minha pressão é super normal. Acredito inclusive que ela não aferiu direito e fez alarde a toa... Eu tô acima do peso, sou sedentária, obviamente qualquer esforço já me deixa morta e estar grávida, entao, já me faz estar enterrada...
Eu realmente cheguei a ficar preocupada com a questão da pressão e, depois dos alertas sem necessidade, até comprei um aparelhinho pra poder medir e controlar a bendita, mas sempre fica na média de 11x7. Tudo muito bem, tão bem que parei de usar e gastei dinheiro a toa...

Tem as consultas com o clínico geral também, que chamam de "médico da família" lá. Ele é um bom médico, analisa os exames, interpreta tudo melhor do que qualquer outro e é dono de muito bom senso, obrigada, e se todas as consultas pudessem ser feitas com ele também seria ótimo... Mas não...

O que me irrita mais é ficar ouvindo dicas de coisas que já to careca de saber... Poxa... já é a quarta gravidez, já tenho "experiência" no assunto, sei tudo de cor! Não precisa me ensinar tudo de novo como se eu não soubesse nada...

Diante dessa confusão toda, dessa preguiça sem tamanho, de um vendo doença onde não existe, de outro falando que não é preciso eu me preocupar com nada, de outro falando que tô cansada por estar "gorda", eu perdi a paciência e fui procurar fazer o pré-natal onde realmente senti segurança, e foi aí que consegui o Sofia Feldman.

O pré-natal comum lá é feito com uma enfermeira, e pela conversa que tive lá é só ela. Não tem esse troca-troca, essa confusão de gente que não sabe nada e nem preocupa saber, me fazendo ter que narrar a gravidez toda desde quando descobri tudo, como se fosse a primeira consulta. Isso cansa, é desrespeitoso e desanima qualquer um.

Enfim, sei que no SUS as coisas são mais precárias, os pedidos de ultrassom mesmo são escassos e sempre fica aquela dúvida no ar, aquela vontade de saber se tá tudo bem, mas eu tô confiante de que tá tudo mais do que bem e não me preocupo. Já deu tudo certo ♥.

Relato de Parto - Theo

terça-feira, 3 de janeiro de 2017


Quem já ouviu a expressão "parto quiabo" vai entender como ninguém como foi minha experiência com o nascimento do Theo, o caçulinha da família, até então, que, assim como toda a penca, veio sem ser planejado e ainda ultrapassando as barreiras da bendita camisinha para meu desespero inicial, mas completa alegria depois da ideia de ser mãe de 3 ter sido digerida.

Relato de Parto - Vitória

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

A gravidez da Vivi não foi nada fácil... Eu e o pai dela nos separamos quando estava grávida de 5 meses, tive depressão a ponto de fazer acompanhamento com psicóloga e psiquiatra, tomei remédio controlado pra me ajudar, fui afastada do trabalho, fora várias coisas que aconteceram que nem vale a pena comentar... Foi uma gravidez tumultuada, ponto.

Relato de Parto - Marina

domingo, 1 de janeiro de 2017

Quando engravidei da Marina, aos 17 anos, não tinha maturidade nenhuma para entender o que seria ser mãe, principalmente tão nova. Durante a gravidez, tive curiosidade de pesquisar como era a evolução e o desenvolvimento, mas o que mais me preocupava era comer coisas saudáveis. Desenvolvi hipertiroidismo e da noite pro dia passei a enxergar mal de longe. Fiz o pré natal direitinho e esperava que ela nascesse dia 01/05/2002, pois na minha cabeça, a gravidez iria durar 9 meses exatos.
Dia 12/04/2002 tive consulta com meu médico, ele me examinou, disse que estava tudo bem, marcou consulta pra dalí uma semana e fui eu embora pra casa, esperar...